Quem
foi o Apóstolo Pedro
O
Apóstolo São Pedro era chamado, antes,
Simão, o filho de Jonas, pescador de
Betsaida na Galiléia, ...
√
Confira !
√
As Pastorais
Tratam-se de um conjunto de atividades
pelas quais a Igreja realiza a sua
missão.
◘
√
Batismo
O santo Batismo é o fundamento de toda
a vida cristã. Confira os dias na Paróquia .
◘
√
Bíblia online
Tenha acesso à bíblia online
através desse link da Catolicanet.
◘

√
Links católicos
Tenha acesso a diversos links
de sites da igreja católica.
◘
.......................................................

|
|
|


A Penitência
é a volta. Quase todo dia a gente cai e se
levanta. Pequenas quedas e grandes tombos.
Ninguém quer ficar no chão. A gente pisa em
falso porque não enxerga bem os passos e o
caminho de Jesus. Erramos de caminho.
Atrapalhamos a caminhada uns dos outros. Deus
sempre dá a mão para a gente se deixar
reconduzir. No sacramento da Penitência
celebramos a coragem de pegar de novo na mão
de Deus e voltar a andar no caminho dele, que
é o caminho da irmandade.
Aqueles
que se aproximam do sacramento da Penitência
obtêm da misericórdia divina o perdão da
ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são
reconciliados com a Igreja que feriram
pecando, e a qual colabora para sua conversão
com caridade, exemplo e orações. A confissão
consiste em um sacramento instituído por Jesus
Cristo no qual o sacerdote perdoa os pecados
cometidos depois do batismo. Sobre o
sacramento da Confissão, devemos analisar o
seguinte:
Os homens pecam.
Diz a Sagrada Escritura: "O justo cai sete
vezes por dia" (Prov 24, 16). E se o próprio
justo cai sete vezes, que será do pobre que
não é justo?
"Não há homem que não peque" (Ecl 7, 21).
"Aquele que diz que não tem pecado faz Deus
mentiroso" (1 Jo 1, 10).
O "Livre Arbítrio" humano permite ao homem
realizar atos contrários ao seu criador.
É necessário
obter o perdão desses pecados.
"Nesta porta do Senhor, só o justo pode
entrar" (Sl 117, 20).
"Não sabeis que os pecadores não possuirão o
reino de Deus?" (1 Cor 6, 9).
Portanto, para entrar no Reino de Deus, é
necessário obter o perdão dos pecados.
Nosso Senhor
instituiu um sacramento.
Qual é o meio que existe para alcançar o
perdão dos pecados? Nos diz São João: "Se
confessarmos os nossos pecados, diz o
Apóstolos, ele é fiel e justo para nos perdoar
os pecados e purificar-nos de toda injustiça"
(1 Jo 1, 8).
Todavia, "aquele que esconde os seus crimes
não será purificado; aquele, ao contrário, que
se confessar e deixar seus crimes, alcançará a
misericórdia" (Prov. 38, 13). "Não vos
demoreis no erro dos ímpios, mas confessai-vos
antes de morrer" (Ecl 17, 26).
A confissão não é nova, já existia no Antigo
Testamento, mas foi elevada à dignidade de
Sacramento por Nosso Senhor, que conhecia a
fraqueza humana e desejava salvar seus filhos.
No dia da ressurreição, como para significar
que a confissão é uma espécie de ressurreição
espiritual do pecador, "apareceu no meio dos
apóstolos... e, mostrando-lhes as mãos e seu
lado... lhes disse: A paz esteja convosco.
Assim como meu Pai me enviou, eu vos envio a
vós. ...soprando sobre eles: recebei o
Espírito Santo... Àqueles a quem perdoardes os
pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a
quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo
21, 21-23). O mesmo texto encontra-se em S.
Mateus (Mt 28, 20).
Como tudo é claro! Nosso Senhor tinha o poder
de perdoar os pecados, como se desprende de S.
Mateus (Mt 9, 2-7). Ele transmite esse poder
aos seus Apóstolos dizendo: "assim como o Pai
me enviou", isto é, com o poder de perdoar os
pecados, "assim eu vos envio a vós", ou seja,
dotados do mesmo poder. E para dissipar
qualquer dúvida, continua: "soprando sobre
eles: Recebei o Espírito Santo..." como se
dissesse: Recebei um poder divino... só Deus
pode perdoar pecados: pois bem... "Àqueles a
quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão
perdoados, e àqueles a quem os retiverdes,
ser-lhes-ão retidos" (Jo 21, 21-23).
A conclusão é rigorosa: Cristo podia perdoar
os pecados. Ele comunicou este poder aos
Apóstolos e por eles aos sucessores dos
Apóstolos: pois a Igreja é uma sociedade "que
deve durar até o fim do mundo" (Mt 28, 20).
O livro dos Atos dos Apóstolos refere que quem
se convertia "vinha fazer a confissão das suas
culpas" (At 19, 18). Aqui nós começamos a
refutar uma argumentação dos protestantes:
cada um se confessa diretamente com Deus.
A confissão
deve ser feita a um padre.
Pelo próprio livro dos Atos dos Apóstolos,
quando se afirma que o convertido "vinha fazer
a confissão", fica claro que era necessário um
deslocamento da pessoa para realizar a
confissão junto aos Apóstolos, pois o verbo
"vir" é usado por quem recebe a visita do
penitente. Se a confissão fosse direta com
Deus, bastaria pedir perdão de seus pecados,
sem precisar 'ir' até a Igreja.
Aliás, S. Tiago é explícito a esse respeito:
"confessai os vossos pecados uns aos outros,
diz ele, e orai uns pelos outros, a fim de que
sejais salvos" (Tgo 5, 16). Isto é, confessai
vossos pecados a um homem, que tenha recebido
o poder de perdoá-los. De qualquer forma, a
instituição do Sacramento deixa claro o poder
que Nosso Senhor conferiu à sua Igreja.
Sem a vontade de se confessar com um outro
homem, o pecador demonstra que seu
arrependimento não é profundo, pois ele não se
envergonha mais de ofender a Deus do que de
expor sua honra. No fundo, ama a si mesmo mais
do que a Deus e pode estar cometer um outro
pecado, ainda mais grave, contra o primeiro
mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas.
Mas, em não existindo um Padre, como
confessar-se? E como ficam os homens no Antigo
Testamento?
Contrição e
Atrição
A Contrição consiste em pedir o perdão de seus
pecados por amor de Deus. A atrição, por sua
vez, consiste em pedir o perdão dos pecados
por temor do inferno.
A primeira, contrição (chamada de contrição
perfeita), apaga os pecados da pessoa antes
mesmo da confissão. Todavia, só é verdadeira
se há a disposição de se confessar com um
padre. Foi desta forma que se salvaram os
justos do Antigo Testamento. A atrição só é
válida através do sacramento da confissão, o
qual é eficaz mesmo se há apenas "medo do
inferno".
Ninguém duvida de que o sincero arrependimento
dos pecados, com firme propósito de não pecar
mais, e satisfação feita a Deus e aos
prejudicados, eram, no Antigo Testamento,
condições necessárias e suficientes para obter
o perdão de Deus. O mesmo vale ainda hoje para
todos os que desconhecem Nosso Senhor Jesus
Cristo e seu Evangelho (desde que sigam a Lei
Natural) e para os que não têm como se
confessar (desde que tenham um ato de
contrição perfeita). Mas quem, em seu orgulho,
não acredita nas palavras de Cristo
Ressuscitado, com as quais ele instituiu o
sacramento da penitência, e por isso não quer
se confessar, não receberá o perdão, pois não
ama à Deus verdadeiramente.
Cada pecado é um ato de orgulho e
desobediência contra Deus. Por isso "Cristo se
humilhou e tornou-se obediente até a morte, e
morte na Cruz" (Flp 2, 8) para expiar o
orgulho e a desobediência dos nossos pecados,
e nos merecer o perdão. Por isso ele exige de
nós este ato de humildade e de obediência, na
Confissão sacramental, na qual confessamos os
nossos pecados diante do seu representante,
legitimamente ordenado. E, conforme a sua
promessa: "Quem se humilha, será exaltado, e
quem se exalta, será humilhado" (Lc 18, 14).
Alguns protestantes aliciam os católicos para
sua seita com a promessa de que, depois do
batismo (pela imersão), estariam livres de
qualquer pecado e nem poderiam mais pecar!
Conseqüentemente, concluem que não haveria
necessidade de confissão. Apóiam esta
afirmação nas palavras bíblicas de (1 Jo 3, 6
e 9). Todavia, basta confrontar essa passagem
com outra, do próprio João Apóstolos (1 Jo 1,
8-10), para perceber que a conclusão é
precipitada: "Se dissermos que não temos
pecado algum, enganamo-nos a nós mesmos, e a
verdade não está em nós. Se confessarmos os
nossos pecados, Ele é fiel e justo, e nos
perdoa os nossos pecados, e nos purifica de
toda a iniqüidade. Se dissermos que não temos
pecado, taxamo-Lo de mentiroso, e a sua
palavra não está em nós".
Portanto, todos os homens necessitam de
misericórdia divina; e os sinceros seguidores
da Bíblia recebem-na, agradecidos, no
sacramento da Confissão.
O que é
necessário para ser eficaz uma confissão?
-
exame de consciência;
-
ter arrependimento (atrição ou
contrição);
-
propósito de não recair no pecado e de
evitar as circunstâncias que o
favoreçam;
-
confessar-se sem omitir nada;
-
cumprir a penitência estabelecida pelo
confessor.
◘
|
|